Escuta clínica
Acolhimento verdadeiro e atenção à história de vida, emoções e necessidades de cada pessoa.
SOBRE O DR. JOSEMAR
Sou psicólogo clínico, professor universitário e mestre em Saúde e Comportamento pela Universidade Católica de Pelotas.
Desde 1991, construo minha trajetória entre o atendimento clínico, a formação de novos profissionais e a busca contínua por conhecimento científico.
Ao longo de 35 anos, acompanhei diferentes transformações da Psicologia, mantendo como princípio central uma prática baseada em escuta, ética e compreensão da singularidade de cada pessoa.
Minha atuação integra experiência clínica, conhecimento científico e recursos contemporâneos para oferecer um cuidado individualizado e responsável.

Antes do currículo, importa a forma como o cuidado é pensado.
A experiência clínica mostra que cada trajetória possui necessidades próprias. Por isso, o processo terapêutico é construído com escuta cuidadosa, avaliação individualizada e definição conjunta dos caminhos possíveis.
Acolhimento verdadeiro e atenção à história de vida, emoções e necessidades de cada pessoa.
Base teórica sólida e atualização contínua para embasar decisões clínicas responsáveis.
Avaliação cuidadosa e construção conjunta do caminho terapêutico mais adequado para você.
Trajetória profissional
Início dos anos 1990
Atuei estrategicamente em psicologia organizacional, recrutamento, seleção e implantação de Qualidade Total em grandes cooperativas (setor arrozeiro), além da coordenação de equipes de avaliação psicológica em concursos públicos.
1991
Concluí a graduação pela UCPel e abri meu consultório particular. Iniciei uma jornada dedicada à escuta psicanalítica profunda, ao acolhimento e à reestruturação psíquica de pacientes.
1996
Iniciei minha carreira como professor de ensino superior em cursos de graduação e pós-graduação. Supervisiono estágios clínicos e participo da formação de novas gerações de psicólogos no Sul e Centro-Oeste do país.
1999
Concluí o Mestrado pela Universidade Católica de Pelotas (UCPel). Aprofundei minha formação científica na interface entre saúde mental, psicopatologia e a neurobiologia do comportamento.
2009–2010
Atuei na Secretaria de Justiça Prisional realizando exames criminológicos, laudos periciais e atendimento em contextos de alta complexidade psíquica e vulnerabilidade social.
2014–2017
Assumi a gestão acadêmica e a coordenação de graduação em Psicologia. Fui responsável pela estruturação pedagógica, regulação do curso junto ao MEC e liderança do corpo docente.
Atualidade
Minha síntese de maturidade profissional integra Psicanálise, Hipnose Clínica e Neuromodulação Não Invasiva (tDCS) com a docência em pós-graduação, pesquisa contínua e supervisão clínica de profissionais.
Formação e credenciais
Universidade Católica de Pelotas
Minha base científica e metapsicológica sustenta uma leitura refinada do sofrimento psíquico e a condução ética de casos clínicos complexos.
FAMEESP
Aprofundo meu trabalho no inconsciente, na dinâmica das defesas, na transferência e na reorganização estrutural do sujeito.
UNIVAR
Minha formação pedagógica sustenta a transmissão do conhecimento, a supervisão de estágios e a coordenação de cursos de graduação e pós-graduação.
FAMEESP
Amplio minha compreensão do eixo corpo-mente e do impacto de recursos fitoterápicos e complementares na saúde sistêmica e na regulação neurovegetativa.
Metaprocessos Avançados · Federação Sul Brasileira de Hipnose
Integro técnicas formais e ericksonianas para acesso ao inconsciente, dessensibilização de traumas, controle da ansiedade e modulação do transe terapêutico.
Curso de Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua
Aprimoro a aplicação de tecnologia neurobiológica para otimização da neuroplasticidade, alívio de dor crônica, depressão e quadros ansiosos resistentes a fármacos.
Docência e contribuição acadêmica
Desde 1996, a docência universitária integra minha trajetória de modo contínuo. Ao longo de 30 anos, participei da formação de estudantes e profissionais em diferentes contextos, articulando clínica, teoria, supervisão, pesquisa e reflexão ética.
A evolução da educação superior e tecnológica (1991-2026)
1º) 1991–1996
Modelo Pedagógico e Tecnologia
Vivi um modelo em que o professor era o detentor principal do saber; as aulas eram expositivas, com giz e retroprojetor, e as pesquisas dependiam de bibliotecas físicas e livros impressos.
Impacto na Formação do Aluno / Psicólogo
O ensino era centrado na memorização e na repetição teórica. O acesso a fontes científicas e livros importados era escasso e lento.
2º) 1996–2007
Modelo Pedagógico e Tecnologia
Acompanhei a promulgação da LDB nº 9.394/96 e das DCNs da Psicologia (2004); depois, a chegada da internet à sala de aula, do PowerPoint, do projetor e dos bancos de dados (SciELO, PubMed).
Impacto na Formação do Aluno / Psicólogo
Houve descentralização do ensino, transição do papel físico para a pesquisa digital e modernização das apresentações acadêmicas.
3º) 2008–2019
Modelo Pedagógico e Tecnologia
Passei a colocar o aluno no centro do aprendizado, com PBL, sala de aula invertida e casos práticos, acompanhando a expansão do EAD e de plataformas como Moodle e Google Classroom.
Impacto na Formação do Aluno / Psicólogo
O foco se voltou à resolução de problemas e às competências práticas, com literatura científica internacional a um clique de distância.
4º) 2020–2023
Modelo Pedagógico e Tecnologia
Durante a disrupção pandêmica, migrei para Zoom e Teams, com mediação tecnológica obrigatória nas aulas e supervisões.
Impacto na Formação do Aluno / Psicólogo
Foi o desafio do ensino clínico virtual: adaptação da ética, da escuta e da supervisão de estágio através das telas.
5º) 2024–2026
Modelo Pedagógico e Tecnologia
Integro a IA generativa, ferramentas de síntese e gravadores inteligentes, consolidando as microcredenciais e o lifelong learning.
Impacto na Formação do Aluno / Psicólogo
O foco passa a ser o raciocínio crítico, a empatia e a capacidade clínica humana. O diploma vira ponto de partida.
Minha trajetória profissional acompanha, de forma simbiótica, a própria transformação da Psicologia Clínica no Brasil ao longo das últimas três décadas. De 1991 até 2026, a prática clínica migrou do enquadre clássico e isolado para uma atuação integrada, onde a profundidade psicanalítica se une às evidências da Neurociência e à precisão da Avaliação Clínica.
| Modalidade | Frequência | Duração Média | Número de Sessões | Características / Objetivo Principal |
|---|---|---|---|---|
| Psicanálise Clássica | 3–5 / semana | 3–5 anos | 500–1.200 | Exploração profunda da personalidade e reestruturação da estrutura psíquica. |
| Psicoterapia Psicanalítica | 1–2 / semana | 2–4 anos | 100–300 | Mudanças estruturais, elaboração emocional e maior flexibilidade no enquadre. |
| Psicoterapia Breve | 1 / semana | 3–9 meses | 12–40 | Trabalho focal delimitado, focado na queixa e no alívio de sintomas. |
| Plantão Psicológico | Sob demanda | 1 dia – 1 mês | 1–4 | Acolhimento emergencial, contenção somato-emocional e manejo de crise. |
| Aconselhamento Psicológico | 1 / semana | 1–3 meses | 4–12 | Orientações em transições de vida, suporte à tomada de decisão e autonomia. |
| Intervenção Breve | 1 / semana | 1–4 meses | 4–16 | Resolução de objetivos e metas terapêuticas específicas. |
| Teleterapia (2020–2026) | 1 / semana (mais comum) a semanal | 2–6 meses | 8–24 | Flexibilidade de acesso, monitoramento contínuo e manejo no setting virtual. |
| Hipnose Clássica / Tradicional | 1 / semana ou quinzenal | 1–2 meses | 3–8 | Sugestão direta, indução formal e foco no controle e dessensibilização rápida de sintomas. |
| Hipnose Ericksoniana | 1 / semana | 2–4 meses | 6–16 | Abordagem naturalista, metáforas e utilização dos recursos inconscientes do próprio sujeito. |
| Neuromodulação Não Invasiva (tDCS) | 2–5 / semana (fase aguda) a semanal | 1–3 meses | 10–20 | Estimulação neurológica direta para otimização da neuroplasticidade, regulação cortical e suporte em dor, ansiedade e depressão resistente. |
Evolução da prática clínica
Minha trajetória profissional acompanha a transformação da Psicologia Clínica no Brasil, do consultório clássico às práticas integrativas e ao uso de recursos contemporâneos de avaliação, ensino e cuidado.
1991–1995
1996–2005
2006–2015
2016–2020
2020–2023
2023–2025
2025–2026
PRODUÇÃO, CURSOS E PARTICIPAÇÃO ACADÊMICA
Maratona acadêmica
Minha semana registrava mais de 700 km entre Pelotas e Santo Ângelo, com aulas na URI, supervisão, atendimentos em consultório e longas horas de estrada. Entre ônibus e rodoviárias, ensino e clínica apareciam como partes de um mesmo projeto de vida, sustentado por disciplina, presença e compromisso com a formação de pessoas.

O que isso significa no atendimento
Minha experiência clínica, acadêmica e formativa não funciona como vitrine. Ela ganha valor quando sustenta uma escuta sólida, uma leitura atenta e um processo respeitoso com o tempo e a realidade de cada paciente.
Uma escuta que considera a singularidade de cada história, sem reduzir o sofrimento a rótulos automáticos.
Um processo sustentado por experiência clínica, base teórica e atualização constante.
Integração entre reflexão, técnica e presença humana para construir cuidado com profundidade.
Você pode entrar em contato para conhecer a proposta de atendimento, esclarecer dúvidas e entender como o processo terapêutico pode começar no seu caso.